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maio 3, 2026

Shakira em Copacabana reúne 2 milhões e demonstra paixão pelo Brasil – H2FOZ

Chegar à Praia de Copacabana no dia do show da Shakira foi, antes de tudo, entender o tamanho do evento “Todo Mundo no Rio” na prática. Após as edições com Madonna e Lady Gaga, esta terceira edição consolida o modelo do projeto.

Os números impressionantes já circulavam: palco com mais de 1.500 metros quadrados, 16 telões espalhados pela orla, 318 câmeras de monitoramento e mais de 8 mil agentes de segurança, entre policiais e bombeiros.

A protagonista da noite, Shakira Mebarak, publicou um artigo exclusivo no O Globo antes do show, intitulado “Chorar já não basta”, no qual dedicou a apresentação às mulheres latinas que sustentam milhões de lares brasileiros.

A cidade ajustada para recepção

Foram toneladas de equipamentos transportados, dias de montagem, equipes técnicas, planejamento de segurança e articulação pública, com expectativa de impacto de até R$ 800 milhões na economia local. No dia do show, o metrô operou sem parar, ruas tiveram bloqueios progressivos e linhas de ônibus foram desviadas.

Tudo foi pensado para absorver uma multidão que, pouco a pouco, se concentrava na faixa de areia. Quando cheguei, ainda durante a tarde, a praia já estava tomada em vários pontos. Havia postos médicos distribuídos ao longo da orla, além de drones, helicópteros e equipes no mar atuando na vigilância.

A cidade inteira estava “shakirizada”: pessoas caracterizadas, comércio temático e público vindo de diferentes partes do Brasil e do exterior. Comerciantes criaram combos de pão de queijo, café e brigadeiro inspirados na cantora, como o “Combo Waka Waka”. Já a sorveteria do Copacabana Palace lançou um “sabor Shakira” para o evento.

A abertura com DJs começou às 17h30. O show principal teve início após atraso na programação e seguiu por mais de duas horas. Segundo a prefeitura, mais de 2 milhões de pessoas estiveram presentes.

O projeto Todo Mundo no Rio já se consolidou como calendário fixo, com edições previstas até 2028. O evento mais que dobrou o número de turistas visitando a cidade no mês de maio e colocou novamente o Rio de Janeiro no cenário internacional de grandes shows.

Uma cidade internacionalizada como Foz do Iguaçu estaria pronta para algo assim? Eventos como a Fartal já mostram capacidade de mobilização e organização, reunindo milhares de pessoas ao longo de vários dias. Mais do que trazer um grande nome, como fez a Itaipu Binacional no aniversário de 50 anos com o cantor Jão, um evento desse porte expõe o desafio de transformar a estrutura urbana em suporte para o espetáculo.

As mulheres já não choram

Segundo a Billboard Boxscore, a turnê Las Mujeres Ya No Lloran já ultrapassou R$ 2 bilhões em arrecadação e se tornou a mais lucrativa de uma artista latina. Vale lembrar que a cantora tem longa relação com o Brasil e já realizou apresentação em Maringá.

Ao longo de quase 30 músicas, foi possível ouvir salsa, reggaeton, rock, pop, funk, MPB, afropunk, afrobeats e merengue, entre outros estilos. O carisma da colombiana transbordava no português fluente, nas conversas sinceras com o público e, principalmente, na voz e na dança que marcaram sua trajetória.

Diferentemente da turnê apresentada em outros países da América Latina e nos Estados Unidos, novos atos e convidados foram adicionados ao espetáculo brasileiro. Tudo pensado para o público do país. Em uma mesma noite, foi possível assistir a participações de Ivete Sangalo, Anitta, Maria Bethânia, Caetano Veloso e da Unidos da Tijuca.

A rainha do pop latino também falou sobre a força da mulher brasileira, incluindo a própria experiência como mãe solo. “Em tudo que as mulheres têm que fazer, cuidar do marido ou do namorado, trabalhar, manter a casa, criar os filhos, ser sexy, ser a alegria da festa… É muito, mas nós fazemos tudo. O Brasil tem mais de 20 milhões de mulheres solteiras, sem ajuda, que têm que lutar a cada dia para sustentar sua família. Eu sou uma delas. Então esse show é dedicado para todas nós”, afirmou Shakira.

A volta para casa

Quando o show se aproximava do fim, uma outra operação começava silenciosamente: a dispersão. Milhares de pessoas tentando sair ao mesmo tempo, ruas novamente cheias. Alguns permaneceram para o after com o DJ Papatinho e participação da cantora Melody.

Ir embora de Copacabana, naquele contexto, era como sair de uma estrutura que só existe por algumas horas.

No fim, mais do que o show em si, o que ficou foi a dimensão de estar diante de uma das maiores artistas da geração. Tratou-se de uma carta de amor ao povo e à cultura brasileira.

Um evento pensado para milhões, executado para milhões e sentido, ali na areia, como uma experiência difícil de dimensionar para quem não esteve presente. Um exemplo para que mais momentos assim sejam promovidos em diferentes partes do Brasil.

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