A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, visitou em Foz do Iguaçu, nessa quarta-feira (22), a Comunidade Terapêutica Sagrada Família Dom Olívio Aurélio Fazza. O local está passando por ampliação de sua estrutura com o apoio de Itaipu.
A visita teve como objetivo acompanhar o andamento das obras de construção da ala feminina da instituição. Quando concluído, esse espaço terá capacidade para acolher até 60 mulheres entre 18 e 59 anos, incluindo gestantes, lactantes e mães com recém-nascidos.
Carlos Carboni, diretor de Coordenação de Itaipu, recebeu a ministra. Irineu Colombo, diretor-superintendente do Itaipu Parquetec, e Clerione Herther, diretora-administrativo-financeira, integraram a comitiva.
Conforme a assessoria, o projeto faz parte do convênio Ressignificando Vidas. A iniciativa tem valor total de R$ 10,2 milhões, com R$ 8,1 milhões destinados às obras da ala feminina e R$ 2,1 milhões ao custeio do atendimento da ala masculina, já em funcionamento.
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De acordo com Carboni, o investimento em parceria com Itaipu eliminará o problema da falta de vagas para atendimento na cidade.
“A nova estrutura representa um avanço no atendimento à saúde feminina na região, que carece de serviços residenciais de reabilitação para mulheres dependentes químicas”, observou Carboni.
“Essa falta resulta em encaminhamentos para outras cidades, dificultando o fortalecimento dos vínculos familiares durante o tratamento”, complementou o diretor de Itaipu.
Fundada em 2008, a Comunidade Sagrada Família é a única entidade de Foz do Iguaçu em conformidade com as normas e portarias da área da saúde para atuação nessa modalidade.
Atualmente, a instituição mantém 40 vagas masculinas em regime residencial, com tratamento gratuito de no mínimo nove meses. Mensalmente, cerca de 60 pessoas recebem atendimento direto ou indireto da organização.
(Com informações de Itaipu Binacional)