Expanda seus Negócios para o Paraguai - Menos Impostos, Mais Segurança e Lucros.

Contato: +595 985 104539   E-mail: contato@camarabrasilparaguai.com

junho 9, 2025

Foz do Iguaçu que José Maria de Brito viu – H2FOZ

Foi transnacional o primeiro esforço a acudir à tropa que fincou estaca e fixou a Colônia Militar na foz do Rio Iguaçu, anos depois a cidade que completa 111 anos de fundação oficial, não incluída na contagem a história que veio antes. Em auxílio aos militares recém-chegados, em 1889, os casais Izaias Penna e Joanna Roza, e Feliciano d’Araújo e Andréa Vera — os homens brasileiros e as mulheres, uruguaia e paraguaia.

O registro foi feito pelo sargento da expedição, José Maria de Brito, um conjunto de descrições e informações publicado como Descoberta de Foz do Iguaçu e fundação da Colônia Militar, livro impresso pela Travessa dos Editores há 20 anos. Faz parte do relato do primeiro contato dos homens que atoraram pela mata, a partir de Guarapuava, com ordens do Ministério da Guerra, para pôr sob domínio efetivo do Estado brasileiro a região entre as Cataratas do Iguaçu e as Sete Quedas.

O novembro quente e seco fez o grupamento mudar a localização inicial do acampamento, escreveu, da área próxima ao hoje Colégio Agrícola para o rio que corta o centro da cidade, o Monjolo, junto à atual Avenida Brasil e suas imediações. Havia água para enfrentar a secura. Os dois casais, feitos vizinhos, ajudaram a colônia militar na obtenção de insumos essenciais e com informações sobre o funcionamento do vilarejo, a idiossincrasia da fronteira daqueles tempos.

Eram “324 almas” no período da descoberta da foz do Iguaçu, detalhou José Maria de Brito, antecipando o que agora se sabe pelos quatro cantos: essa geografia do mundo é vocacionada ao cosmopolitismo. Censo primário, esse levantamento da população nativa apontou como residentes nove brasileiros, cinco franceses, dois espanhóis, um inglês e, formando maioria, 95 argentinos e 212 paraguaios.

Descoberta de Foz do Iguaçu retrata José Maria de Brito indignado com a exploração predatória e rentável dos recursos naturais da região por empreendimentos estrangeiros. Deixou escrito o que pode ser interpretado como uma visão generosa sobre o lugar, o que difere de muitos que o sucederam, que aqui estacionaram com sede da riqueza e status que não haviam experimentado em seus destinos de origem.

Projetou que a já constituída Foz do Iguaçu “marcha futurosa para a vanguarda do progresso”. E que dispunha de “fundadas esperanças” para o otimismo com a cidade que jamais deixou, até falecer, sem posses e quase nenhuma lembrança. O passado e seus agentes, como José Maria de Brito, são fontes não só para revisitar a história, mas para entender-se as contradições e conformações do tempo presente, o que é um exercício, um dever de cidadania.

Após roubo em Foz, PM prende três pessoas e recupera 300 celulares – H2FOZ

A Polícia Militar do Paraná (PMPR) prendeu três homens e recuperou 307 aparelhos celulares após um roubo ocorrido na região da Vila Portes, em Foz ...
Ler mais →

Conservação do solo transforma chuva em produtividade – H2FOZ

Uma chuva forte pode ser uma aliada da produtividade ou o início de prejuízos para o produtor rural. Tudo depende de como o solo é ...
Ler mais →

Gleisi defende conselho de órgãos federais e novo hospital para Foz – H2FOZ

A candidata ao Senado pelo Paraná Gleisi Hoffmann (PT) participou, no último dia 27, de uma plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Foz do ...
Ler mais →